sábado, 15 de janeiro de 2011

 Momentos.O que o óbvio lhe mostra e você finge não estar vendo...

         As pessoas tem seus momentos. Um dia choram, no outro estão bem...estados de espírito que se alternam. Enquanto na infância as  lágrimas rolam por motivos um tanto banais, na maturidade o simples torna-se complicado. É bem fácil solucionar os problemas alheios, não é? A racionalidade humana é um pouco estranha; formando-se de pensamentos confusos e emoções doidas que atraem sensações características, únicas ou comuns.
        Não é preciso ressaltar que o mundo ao nosso redor é um imenso cenário de dêmencia. Pare e perceba que estamos sobrevivendo uns ao outros ao envés de vivermos uns para os outros. O egoismo feroz que toma conta da maior parte da população, hoje já pode ser ,por muitos, glorificado. ‘’Afinal. Num mundo egoísta ,os egoístas é que se dão bem’’. Nãaao, absolutamente, não! Vejo diariamente nos noticiários, nações que zelam pelo bem estar das outras enquanto centenas de pessoas morrem esperando ajuda em seus próprios territórios. Comida e auxílio governamental aos vizinhos para que assim sua própria população adoeça e morra de fome.
                 Não me conformo com o rumo das coisas hoje em dia. Se os jovens serão o futuro do planeta, então vou embora  pra Marte. Olho para os lados e tudo o que vejo são adolescentes desvirtuados do bom senso. Meninas grávidas diante das informações, jovens usuários de drogas,criminosos, revoltados, alcólatras, obscurecidos, irracionais sem identidade ou racionalistas que consideram-se  espertos o bastande pra não ter razão nenhuma .Menores de idade.
         É bem dificil me sentir confortável diante de tanta estupidez, é quase impossível não se sentir inútil. Não quero ser mais uma contribuição para o aumento de porcentgens desnecessárias, mas também não fecharia os olhos pro óbvio. Por mais que possa , por ilusão, me expressar livremente aqui, sou como você, parte integrante de toda essa loucura... e tudo isso por culpa do frenético desejo de ‘ser’. Naturalmente, inútil mas necessário. Estamos nos habituando a esse meio.



 (Jéssica Geovanna)

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