Não podia esperar nada melhor desse pequeno intervalo que dei na minha rotina monótona. Teci meu caminho como uma peregrina, visitei lugares tão belos quanto o próprio sol. Sinto-me feliz como não sentia a um bom tempo, em paz com a criança louca dentro de mim. Durante esse período maravilhoso ,vale a pena ressaltar as pessoas maravilhosas que conheci pelo caminho; pessoas como meus novos amigos do condomínio Vilage á beira da praia. Aventuras pelas quais não me darei o luxo de esquecer, sensações indescritíveis e momentos únicos, raros.O retorno não tem de ser triste, tampouco melancólicos. Vejo este ano que se inicia com bons olhos, como se a nova rotina que pretendo traçar fosse uma via de prazer. Não pretendo fugir de nada do que me aguarda, nem reanimar antigas magoas que morreram à meia noite do dia trinta e um de dezembro. Não lheas desejarei um feliz ano novo como de costume; vocês já devem estar enjoados das mesmas palavras que, muitas vezes, podem até soar um tanto falsas. Lhes desejo boa sorte, e que vocês possam superar e aprender com seus problemas, que possam amadurecer sem precisar perder sua essência , e que possam saborear os momentos bons sem medo,sem pressa.
Beijos especiais aos meus amigos do condomínio Vilage; o pouco tempo em que estivemos juntos já foi suficiente para que eu pudesse guardar cada um deles em um lugar especial no meu coração; o lugar onde as pessoas não podem ser apagadas. Guardo carinhosamente a essência de cada um, e isso me faz sentir saudades.
(Jéssica Geovanna)
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