Mais uma vez reinventando meus sonhos tolos e apaixonados. Mesmo estando distante, meu amor pernoita em mim; envolvendo meu corpo lentamente como a mais agradável brisa de verão e me tornando mais leve até que meus próprios pensamentos. Quero encontra-lo extamente do mesmo jeito, num acaso incerto, inesperado; e que cada segundo torne o inesquecível no inesplicável, para que enfim a intensidade do amor seja surpreendente. Meu coração se foi para junto dele, e assim não há no mundo filosofia capaz de entender o coração que ama. Um dia eu sonhei um amor, e sem esperanças de que pudesses realmente existir acabei descobrindo que sonhos podem se tornar reais. Os dias passam depressa quando se há algo pra fazer. Mas lembro, e continuarei lembrando dele e do que nós vivemos juntos por todos os meus dias. Como uma onda doce do mar salgado, percebi que o coração petrificado pode pulsar novamente. O amor me castiga a cada vez que as lembranças ressurgem e não posso abraçar-lo; posso até ouvir a chuva com mais calma contendo-o nos pensamentos. E por mais distantes que estejamos, ainda posso visita-lo em meus sonhos mais bonitos.
O jeito que ele mexe comigo é tão estranho que se torna exclusivo; me perco nos seus olhos sem retorno e o mundo ao meu redor já não existe. Foram os acasos insanos que me levaram a encontra-lo, meu único problema agora é o vento que o levou pra tão longe de mim. Como não há nada a ser feito, me resta afirmar mais uma vez que o amo, e duvido que possa esquece-lo. Meu desafio agora é superar a saudade que sinto por não tê-lo em meus braços. Seria novamente o conto de fadas? Enxergar a perfeição em alguém é um motivo para o medo. O melhor de tudo é que não voltarei a sofrer, pois o nova forma que assumi não me permite tal coisa.
(Jéssica Geovanna)

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